Trabalho pop art Grupo:Kamila Fonseca 22 Karen guimaraes 23 Lais medime 24 Leonardo gutemberg 25 O quadro, de 1984, foi encomendado para comemorar o sucesso de vendas do álbum Thriller.
"Essa obra junta o incontestável Rei da Pop Art ao incontestável Rei do Pop", disse Janet Lehr, representante do vendedor do quadro.
"O quadro foi pintado quando os dois estavam no auge de suas carreiras, e é uma celebração de dois dos maiores talentos da história cultural mundial", afirmou Lehr.
Movimento principalmente americano e britânico, sua denominação foi empregada pela primeira vez em 1954, pelo crítico inglês Lawrence Alloway, para designar os produtos da cultura popular da civilização ocidental, sobretudo os que eram provenientes dos Estados Unidos.
Com raízes no dadaísmo de Marcel Duchamp, o pop art começou a tomar forma no final da década de 1950, quando alguns artistas, após estudar os símbolos e produtos do mundo da propaganda nos Estados Unidos, passaram a transformá-los em tema de suas obras.
Representavam, assim, os componentes mais ostensivos da cultura popular, de poderosa influência na vida cotidiana na segunda metade do século XX. Era a volta a uma arte figurativa, em oposição ao expressionismo abstrato que dominava a cena estética desde o final da segunda guerra. Sua iconografia era a da televisão, da fotografia, dos quadrinhos, do cinema e da publicidade.
Com o objetivo da crítica irônica do bombardeamento da sociedade pelos objetos de consumo, ela operava com signos estéticos massificados da publicidade, quadrinhos, ilustrações e designam, usando como materiais principais, tinta acrílica, ilustrações e designs, usando como materiais, usando como materiais principais, tinta acrílica, poliéster, látex, produtos com cores intensas, brilhantes e vibrantes, reproduzindo objetos do cotidiano em tamanho consideravelmente grande, transformando o real em hiper-real. Mas ao mesmo tempo que produzia a crítica, a Pop Art se apoiava e necessitava dos objetivos de consumo, nos quais se inspirava e muitas vezes o próprio aumento do consumo, como aconteceu por exemplo, com as Sopas Campbell, de Andy Warhol, um dos principais artistas da Pop Art. Além disso, muito do que era considerado brega, virou moda, e já que tanto o gosto, como a arte tem um determinado valor e significado conforme o contexto histórico em que se realiza, a Pop Art proporcionou a transformação do que era considerado vulgar, em refinado, e aproximou a arte das massas, desmitificando, já que se utilizava de objetos próprios delas, a arte para poucos.
No início da década de 60, nos Estados Unidos e Inglaterra surgiu um estilo novo em oposição ao “não-figurativo”, a Pop-Art.
O homem já não teme a máquina, é o seu propagador. O artista abre os olhos para o mundo e compreende a beleza do ambiente, as modificações que a tecnologia trouxe para a vida cotidiana e procura expressar esses valores em suas criações.
Este movimento eleva à categoria de arte desde os cartazes de publicidade, automóveis, e sinais de tráfego aos produtos industriais em geral, eletrodomésticos e comestíveis enlatados, consumidos em massa. O artista pop vê mais sugestões estéticas em um supermercado do que em uma paisagem bucólica.
POP-ART quer dizer arte popular, uma arte para o povo, extraída de coisas do dia a dia, e difundida pelos meios de comunicação de massa, como cartazes, luminosos, artigos de supermercado, exibição de produtos, rótulos, jornais, revistas, histórias em quadrinhos etc.
A Pop Art, abreviatura de Popular Art, foi um movimento artístico que se desenvolveu na década de 1950, na Inglaterra e nos Estados Unidos. Foi na verdade uma reação artística ao movimento do expressionismo abstrato das décadas de 1940 e 1950.
Os artistas deste movimento buscaram inspiração na cultura de massas para criar suas obras de arte, aproximando-se e, ao mesmo tempo, criticando de forma irônica a vida cotidiana materialista e consumista.
Os materiais mais usados pelos artistas da pop art eram derivados das novas tecnologias que surgiram em meados do século XX. Gomaespuma, poliéster e acrílico foram muito usados pelos artistas plásticos deste movimento.
Fernanda Ferreira Silva Nº16 Jacqueline da Silva Martins Nº19
O lugar da arte sempre foi um tema extensamente debatido entre críticos, apreciadores, pesquisadores e os próprios artistas. Durante um bom tempo, o mundo da arte foi pensado como uma esfera autônoma, regida por seus próprios códigos e fruto de uma criatividade centrada na individualidade do artista. Contudo, principalmente a partir do século XX, notamos que essa separação entre a arte e o mundo veio perdendo força na medida em que movimentos diversos buscaram quebrar tais limites.
Na década de 1950, observamos a formulação de um movimento chamado de “pop art”. Essa expressão, oriunda do inglês, significa “arte popular”. Ao contrário do que parece, essa arte popular que define tal movimento não tem nada a ver com uma arte produzida pelas camadas populares ou com as noções folcloristas de arte. O “pop art” enquanto movimento abraça as diversas manifestações da cultura de massa, da cultura feita para as multidões e produzida pelos grandes veículos de comunicação.
Ao envolver elementos gerados pela sociedade industrial, a “pop art” realiza um duplo movimento capaz de nos revelar a riqueza de sua própria existência. Por um lado, ela expõe traços de uma sociedade marcada pela industrialização, pela repetição e a criação de ícones instantâneos. Por outro, questiona os limites do fazer artístico ao evitar um pensamento autonomista e abranger os fenômenos de seu tempo para então conceber suas criações próprias.
O movimento “pop art” apareceu em um momento histórico marcado pelo reerguimento das grandes sociedades industriais outrora afetadas pelos efeitos da Segunda Guerra Mundial. Dessa forma, adotou os grandes centros urbanos norte-americanos e britânicos como o ambiente para que seus primeiros representantes tomassem de inspiração para criar as suas obras. Peças publicitárias, imagens de celebridades, logomarcas e quadrinhos são algumas dessas inspirações.
Os integrantes da “pop art” conseguiram chamar a atenção do grande público ao se inspirar por elementos que em tese não eram reconhecidos como arte, ao levar em conta que o consumo era marca vigente desses tempos. Grandes estrelas do cinema, revistas em quadrinhos, automóveis modernos, aparelhos eletrônicos ou produtos enlatados foram desconstruídos para que as impressões e ideias desses artistas assinalassem o poder de reprodução e a efemeridade daquilo que é oferecido pela era industrial.
Entre outros representantes desse movimento, podemos destacar a figura de Andy Warhol, conhecido pelas múltiplas versões multicoloridas de “Marilyn Monroe”, produzida no ano de 1967. Outro exemplo de “pop art” pode ser reconhecido na obra “No Carro”, em que Roy Lichenstein utiliza a linguagem dos quadrinhos para explorar situações urbanas. Ainda hoje, diversos artistas empregam as referências da “pop art” para conceber quadros, esculturas e outras instalações.
Trabalho sobre POP ART Grupo do 36 ao 39, feito pelo 38 (Wendel)
A Introdução do POP ART
Na década de 1950, observamos a formulação de um movimento chamado de “pop art”. Essa expressão, oriunda do inglês, significa “arte popular”. Ao contrário do que parece, essa arte popular que define tal movimento não tem nada a ver com uma arte produzida pelas camadas populares ou com as noções folcloristas de arte. O “pop art” enquanto movimento abraça as diversas manifestações da cultura de massa, da cultura feita para as multidões e produzida pelos grandes veículos de comunicação.
Ao envolver elementos gerados pela sociedade industrial, a “pop art” realiza um duplo movimento capaz de nos revelar a riqueza de sua própria existência. Por um lado, ela expõe traços de uma sociedade marcada pela industrialização, pela repetição e a criação de ícones instantâneos. Por outro, questiona os limites do fazer artístico ao evitar um pensamento autonomista e abranger os fenômenos de seu tempo para então conceber suas criações próprias.
O movimento “pop art” apareceu em um momento histórico marcado pelo reerguimento das grandes sociedades industriais outrora afetadas pelos efeitos da Segunda Guerra Mundial. Dessa forma, adotou os grandes centros urbanos norte-americanos e britânicos como o ambiente para que seus primeiros representantes tomassem de inspiração para criar as suas obras. Peças publicitárias, imagens de celebridades, logomarcas e quadrinhos são algumas dessas inspirações.
Os integrantes da “pop art” conseguiram chamar a atenção do grande público ao se inspirar por elementos que em tese não eram reconhecidos como arte, ao levar em conta que o consumo era marca vigente desses tempos. Grandes estrelas do cinema, revistas em quadrinhos, automóveis modernos, aparelhos eletrônicos ou produtos enlatados foram desconstruídos para que as impressões e ideias desses artistas assinalassem o poder de reprodução e a efemeridade daquilo que é oferecido pela era industrial.
Entre outros representantes desse movimento, podemos destacar a figura de Andy Warhol, conhecido pelas múltiplas versões multicoloridas de “Marilyn Monroe”, produzida no ano de 1967. Outro exemplo de “pop art” pode ser reconhecido na obra “No Carro”, em que Roy Lichenstein utiliza a linguagem dos quadrinhos para explorar situações urbanas. Ainda hoje, diversos artistas empregam as referências da “pop art” para conceber quadros, esculturas e outras instalações.
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Trabalho pop art
ResponderExcluirGrupo:Kamila Fonseca 22
Karen guimaraes 23
Lais medime 24
Leonardo gutemberg 25
O quadro, de 1984, foi encomendado para comemorar o sucesso de vendas do álbum Thriller.
"Essa obra junta o incontestável Rei da Pop Art ao incontestável Rei do Pop", disse Janet Lehr, representante do vendedor do quadro.
"O quadro foi pintado quando os dois estavam no auge de suas carreiras, e é uma celebração de dois dos maiores talentos da história cultural mundial", afirmou Lehr.
Bibliografia:http://www.bbc.co.uk/portuguese/cultura/2009/08/090801_jacksonwarholml.shtml
Movimento principalmente americano e britânico, sua denominação foi empregada pela primeira vez em 1954, pelo crítico inglês Lawrence Alloway, para designar os produtos da cultura popular da civilização ocidental, sobretudo os que eram provenientes dos Estados Unidos.
ResponderExcluirCom raízes no dadaísmo de Marcel Duchamp, o pop art começou a tomar forma no final da década de 1950, quando alguns artistas, após estudar os símbolos e produtos do mundo da propaganda nos Estados Unidos, passaram a transformá-los em tema de suas obras.
Representavam, assim, os componentes mais ostensivos da cultura popular, de poderosa influência na vida cotidiana na segunda metade do século XX. Era a volta a uma arte figurativa, em oposição ao expressionismo abstrato que dominava a cena estética desde o final da segunda guerra. Sua iconografia era a da televisão, da fotografia, dos quadrinhos, do cinema e da publicidade.
Com o objetivo da crítica irônica do bombardeamento da sociedade pelos objetos de consumo, ela operava com signos estéticos massificados da publicidade, quadrinhos, ilustrações e designam, usando como materiais principais, tinta acrílica, ilustrações e designs, usando como materiais, usando como materiais principais, tinta acrílica, poliéster, látex, produtos com cores intensas, brilhantes e vibrantes, reproduzindo objetos do cotidiano em tamanho consideravelmente grande, transformando o real em hiper-real. Mas ao mesmo tempo que produzia a crítica, a Pop Art se apoiava e necessitava dos objetivos de consumo, nos quais se inspirava e muitas vezes o próprio aumento do consumo, como aconteceu por exemplo, com as Sopas Campbell, de Andy Warhol, um dos principais artistas da Pop Art. Além disso, muito do que era considerado brega, virou moda, e já que tanto o gosto, como a arte tem um determinado valor e significado conforme o contexto histórico em que se realiza, a Pop Art proporcionou a transformação do que era considerado vulgar, em refinado, e aproximou a arte das massas, desmitificando, já que se utilizava de objetos próprios delas, a arte para poucos.
BIBLIOGRAFIA : http://www.historiadaarte.com.br/popart.html
FOTO : http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://i568.photobucket.com/albums/ss121/sydneyymay/boston_terrier_pop_dog_art_collage.jpg&imgrefurl=http://s568.photobucket.com/albums/ss121/sydneyymay/%3Faction%3Dview%26current%3Dboston_terrier_pop_dog_art_collage.jpg%26sort%3Dascending&usg=__0QVOyqm3qx7pO6fBSWWfttvl9SU=&h=800&w=800&sz=293&hl=pt-BR&start=88&sig2=20UmhJtFtQ7z-XPZhtkZaA&zoom=1&tbnid=3uqMQR7swvKPtM:&tbnh=161&tbnw=161&ei=g8PWTbyiN8nKgQe417SMBw&prev=/search%3Fq%3Dpop%2Bart%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26biw%3D1024%26bih%3D514%26tbm%3Disch0%2C3554&um=1&itbs=1&iact=rc&dur=522&sqi=2&page=10&ndsp=9&ved=1t:429,r:6,s:88&tx=90&ty=93&biw=1024&bih=514
FOTO 2 : http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://mulhereletrica.files.wordpress.com/2010/03/andy-warhol-marilyn1.jpg&imgrefurl=http://mulhereletrica.wordpress.com/2010/03/15/pop-art/&usg=__W0aIt6vLFWazTU1JI4wOGanvF6s=&h=320&w=318&sz=32&hl=pt-BR&start=10&sig2=M1bvntd7JTBko7v7VuUvMQ&zoom=1&tbnid=n4sD_3-cHfH_GM:&tbnh=158&tbnw=157&ei=g8PWTbyiN8nKgQe417SMBw&prev=/search%3Fq%3Dpop%2Bart%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26biw%3D1024%26bih%3D514%26tbm%3Disch0%2C314&um=1&itbs=1&iact=rc&dur=384&sqi=2&page=2&ndsp=10&ved=1t:429,r:2,s:10&tx=72&ty=62&biw=1024&bih=514
NOME DOS ALUNOS : ANA CLARA Nº2
AMANDA Nº1
ANA PAULA Nº3
BRUNO Nº?
INGRID C. Nº18
No início da década de 60, nos Estados Unidos e Inglaterra surgiu um estilo novo em oposição ao “não-figurativo”, a Pop-Art.
ResponderExcluirO homem já não teme a máquina, é o seu propagador. O artista abre os olhos para o mundo e compreende a beleza do ambiente, as modificações que a tecnologia trouxe para a vida cotidiana e procura expressar esses valores em suas criações.
http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/lennon-warhol_foto1.jpg
Lennon por Warhol.
Este movimento eleva à categoria de arte desde os cartazes de publicidade, automóveis, e sinais de tráfego aos produtos industriais em geral, eletrodomésticos e comestíveis enlatados, consumidos em massa. O artista pop vê mais sugestões estéticas em um supermercado do que em uma paisagem bucólica.
http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/lennon-warhol_foto1.jpg
Andy Warhol. Three Coke Bottles.
POP-ART quer dizer arte popular, uma arte para o povo, extraída de coisas do dia a dia, e difundida pelos meios de comunicação de massa, como cartazes, luminosos, artigos de supermercado, exibição de produtos, rótulos, jornais, revistas, histórias em quadrinhos etc.
http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/roy-vinil_big1983.jpg
ALUNOS MARIO COVAS TURMA 1ºA :
ANA CLARA Nº2
AMANDA Nº1
ANA PAULA Nº3
INGRID C. Nº18
BRUNO N° ?
A Pop Art, abreviatura de Popular Art, foi um movimento artístico que se desenvolveu na década de 1950, na Inglaterra e nos Estados Unidos. Foi na verdade uma reação artística ao movimento do expressionismo abstrato das décadas de 1940 e 1950.
ResponderExcluirOs artistas deste movimento buscaram inspiração na cultura de massas para criar suas obras de arte, aproximando-se e, ao mesmo tempo, criticando de forma irônica a vida cotidiana materialista e consumista.
http://3.bp.blogspot.com/-BLActpcgcJI/TZST-qhpnBI/AAAAAAAAAJ0/a5rg4azGFmY/s1600/01richard-hamilton-pop-art.jpg
Os materiais mais usados pelos artistas da pop art eram derivados das novas tecnologias que surgiram em meados do século XX. Gomaespuma, poliéster e acrílico foram muito usados pelos artistas plásticos deste movimento.
http://oculosdebotao.files.wordpress.com/2010/12/popart.jpg
ALUNOS MARIO COVAS TURMA 1ºA :
Lizandra Nº26
Luiza Nº27
Raplael Nº28
Raquel Nº29
Fernanda Ferreira Silva Nº16
ResponderExcluirJacqueline da Silva Martins Nº19
O lugar da arte sempre foi um tema extensamente debatido entre críticos, apreciadores, pesquisadores e os próprios artistas. Durante um bom tempo, o mundo da arte foi pensado como uma esfera autônoma, regida por seus próprios códigos e fruto de uma criatividade centrada na individualidade do artista. Contudo, principalmente a partir do século XX, notamos que essa separação entre a arte e o mundo veio perdendo força na medida em que movimentos diversos buscaram quebrar tais limites.
Na década de 1950, observamos a formulação de um movimento chamado de “pop art”. Essa expressão, oriunda do inglês, significa “arte popular”. Ao contrário do que parece, essa arte popular que define tal movimento não tem nada a ver com uma arte produzida pelas camadas populares ou com as noções folcloristas de arte. O “pop art” enquanto movimento abraça as diversas manifestações da cultura de massa, da cultura feita para as multidões e produzida pelos grandes veículos de comunicação.
Ao envolver elementos gerados pela sociedade industrial, a “pop art” realiza um duplo movimento capaz de nos revelar a riqueza de sua própria existência. Por um lado, ela expõe traços de uma sociedade marcada pela industrialização, pela repetição e a criação de ícones instantâneos. Por outro, questiona os limites do fazer artístico ao evitar um pensamento autonomista e abranger os fenômenos de seu tempo para então conceber suas criações próprias.
O movimento “pop art” apareceu em um momento histórico marcado pelo reerguimento das grandes sociedades industriais outrora afetadas pelos efeitos da Segunda Guerra Mundial. Dessa forma, adotou os grandes centros urbanos norte-americanos e britânicos como o ambiente para que seus primeiros representantes tomassem de inspiração para criar as suas obras. Peças publicitárias, imagens de celebridades, logomarcas e quadrinhos são algumas dessas inspirações.
Os integrantes da “pop art” conseguiram chamar a atenção do grande público ao se inspirar por elementos que em tese não eram reconhecidos como arte, ao levar em conta que o consumo era marca vigente desses tempos. Grandes estrelas do cinema, revistas em quadrinhos, automóveis modernos, aparelhos eletrônicos ou produtos enlatados foram desconstruídos para que as impressões e ideias desses artistas assinalassem o poder de reprodução e a efemeridade daquilo que é oferecido pela era industrial.
Entre outros representantes desse movimento, podemos destacar a figura de Andy Warhol, conhecido pelas múltiplas versões multicoloridas de “Marilyn Monroe”, produzida no ano de 1967. Outro exemplo de “pop art” pode ser reconhecido na obra “No Carro”, em que Roy Lichenstein utiliza a linguagem dos quadrinhos para explorar situações urbanas. Ainda hoje, diversos artistas empregam as referências da “pop art” para conceber quadros, esculturas e outras instalações.
Trabalho sobre POP ART
ResponderExcluirGrupo do 36 ao 39, feito pelo 38 (Wendel)
A Introdução do POP ART
Na década de 1950, observamos a formulação de um movimento chamado de “pop art”. Essa expressão, oriunda do inglês, significa “arte popular”. Ao contrário do que parece, essa arte popular que define tal movimento não tem nada a ver com uma arte produzida pelas camadas populares ou com as noções folcloristas de arte. O “pop art” enquanto movimento abraça as diversas manifestações da cultura de massa, da cultura feita para as multidões e produzida pelos grandes veículos de comunicação.
Ao envolver elementos gerados pela sociedade industrial, a “pop art” realiza um duplo movimento capaz de nos revelar a riqueza de sua própria existência. Por um lado, ela expõe traços de uma sociedade marcada pela industrialização, pela repetição e a criação de ícones instantâneos. Por outro, questiona os limites do fazer artístico ao evitar um pensamento autonomista e abranger os fenômenos de seu tempo para então conceber suas criações próprias.
O movimento “pop art” apareceu em um momento histórico marcado pelo reerguimento das grandes sociedades industriais outrora afetadas pelos efeitos da Segunda Guerra Mundial. Dessa forma, adotou os grandes centros urbanos norte-americanos e britânicos como o ambiente para que seus primeiros representantes tomassem de inspiração para criar as suas obras. Peças publicitárias, imagens de celebridades, logomarcas e quadrinhos são algumas dessas inspirações.
Os integrantes da “pop art” conseguiram chamar a atenção do grande público ao se inspirar por elementos que em tese não eram reconhecidos como arte, ao levar em conta que o consumo era marca vigente desses tempos. Grandes estrelas do cinema, revistas em quadrinhos, automóveis modernos, aparelhos eletrônicos ou produtos enlatados foram desconstruídos para que as impressões e ideias desses artistas assinalassem o poder de reprodução e a efemeridade daquilo que é oferecido pela era industrial.
Entre outros representantes desse movimento, podemos destacar a figura de Andy Warhol, conhecido pelas múltiplas versões multicoloridas de “Marilyn Monroe”, produzida no ano de 1967. Outro exemplo de “pop art” pode ser reconhecido na obra “No Carro”, em que Roy Lichenstein utiliza a linguagem dos quadrinhos para explorar situações urbanas. Ainda hoje, diversos artistas empregam as referências da “pop art” para conceber quadros, esculturas e outras instalações.
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